Naruto !

Naruto

Hail Terculius Rex!

Estou aqui novamente, mas dessa vez para defender um mangá fantástico e muito popular, mas que é bastante desprezado por muitos da minha geração como já cansei de ouvir no passado (quando ainda conversava com as pessoas) e muito do que ouvi não passava de preconceito contra o desenho da moda sempre enfatizando que era pior que Dragon Ball ou Cavaleiros mais do que por problemas intrínsecos ao título em si, e confesso que  seus irritantes fillers do anime quase me desanimaram, mas a mudança para o mangá garantiu meu interesse.

Minha história com Naruto começou com  dois dvd´s e 25 episódios do anime em 2005 e em pouco tempo tratei de adquirir mais e mais dvd´s de procedência duvidosa até completar o que seria a primeira fase do mangá no anime(sem contar os fillers). Até esse ponto Naruto é uma história padrão e muito divertida com bons personagens e boas lutas mas nada extraordinário ou que tenha um apelo mais geral do que para seu público. A primeira fase conta com alguns momentos memoráveis como a luta de Naruto com Gaara e  a contenda com Sasuke no vale do do fim, mas depois disso os fillers infinitos me afastaram do anime definitivamente já que com cada vez menos tempo livre começou a me irritar acompnhar histórias sem muito sentido do irmão perdido do Ibiki entre outras e  etc etc etc.

Mas é a partir da segunda e derradeira etapa que o manga mostra a que veio, apresentando um Naruto adolescente e mais bem treinado e a ameaça da Akatsuki pairando sobre o mundo ninja. É aí que vemos o verdadeiro potencial da história aflorar quando a necessidade do protagonista ressaltar seu “jeito ninja” de nunca desistir nem abrir mão do que é importante para alcançar seus objetivos encontra dificuldades que vão lapidando o personagem e o levam a relfetir sobre seus atos, sobre a natureza dos conflitos  e até mesmo a perder o controle em alguns momentos da história afinal ele também é humano.  Também temos o desenvolvimento de outros personagens muito interessantes que valem por si só diversos capítulos da série que tem como atributo manter um grande número de personagens cativantes.  Nessa etapa também são trabalhados temas mais sérios como ódio, ressentimento, desamparo e perdão. A sequência da invasão de Konoha por Pain e sua luta com Naruto é um dos melhores momentos da história,  quando o herói enfrenta um adversário poderoso numa luta animal e se vê confrontado com um dilema ao ser conduzido por seu adversário numa luta feroz acaba por sucumbir ao ódio e a vingança que tanto almeja resolver, mas é felizmente  impedido num dos momentos mais tocantes da saga (até rola uma lágrima) este é um dos momentos em que o manga apresenta uma questão muito delicada, como parar o ciclo da vingança gerado pelos conflitos e guerras inerentes a atividade ninja? Como exercer o perdão quando se deseja retribuição? Vivendo num país violento como o Brasil, com discussões sobre menoridade penal,  pena de morte e principalmente crimes cada vez mais violentos cometidos por pessoas cada vez mais cruéis, procurar uma saída fora da violência contra (ou pela) a violência é dificílimo, e apesar de simplificar o manga não trata essa questão de forma leviana.

O que chama a atenção nesses nove anos em que acompanho Naruto, é que a obra evoluiu e se aperfeiçoou bastante, não deixou de ser shonen(algo como teen, não sou especialista) mas elevou sua qualidade consideravelmente me mantendo interessado e ansioso em saber o que vai acontecer a seguir, qualidade esta que se espera de toda série, claro, mas confesso que em Naruto essa espera me empolga mais do que em mangas que considero de maior qualidade e melhor  estruturados como Full Metal Alchemist.

As intermináveis lutas e golpes mirabolantes estão lá  em quantidade abundante, mas permeados de momentos tocantes e bem colocados com simplicidade e objetividade  alcançando um grande público sem entediar quem curte algo mais elaborado, não vou falar que é um primor  mas para uma obra popular é melhor do que se espera a primeira vista. Como em toda obra com essa quantidade de personagens e lutas a relação de poderes entre os personagens acaba por perder o referencial afinal entendemos que o controle do chacra é um controle de parte da alma, podendo guardar a vontade e personalidade de alguém em um selo por décadas. A implicação de certos jutsus é simplesmente obscena sendo que dá pra elaborar críticas bem embasadas sobre a falta de cuidado nesse nivelamento numa obra que o equilíbrio de forças é essencial, but I digress.

Se você gosta de manga e anime eu recomendo Naruto, dê uma chance e garanto que o Shippuden não lhe decepcionará. Não é a obra prima do século XXI mas garante um excelente entretenimento. O mangá está muito perto de acabar no Japão, se resolver dar uma chance blinde-se contra spoilers, se leu esse texto e ainda acha que Naruto é babaquice recomendo Ichi the Killer do Hideo Yamamoto aquele  mangá doentio e legal  do cão danado.

Classificação:   sofiazinhasofiazinhasofiazinhasofiazinha

Felmota.

P.S – Li o último capítulo do mangá essa semana,achei melhor que o final de Gantz muito foda excelente.  Mas fica com nota 4 mesmo.

Blog Literatura Mangá

Podcast 001 – Anabelle: o filme

Podcast 001 – Anabelle: o filme

Olá Entrópicos, é com imensa felicidade que disponibilizo nosso primeiro podcast.

Gehenna, Felmota, Patrícia e Jujumeo falam sobre o filme Anabelle, que estreiou nos cinemas há pouco tempo.

Espero que gostem e outros 1000 virão…!!!

Download Podcast 001 – Anabelle

Não se esqueçam de dar Curtir no Facebook e compartilhar no Twitter…!!!

Abraços..!!

Gehenna

Blog Cinema Features Filmes Podcasts

Ada ou Ardor

Ada ou Ardor

Olá a todos! O objetivo neste espaço é recomendar e ou comentar livros, filmes etc. com temática de ficção científica e/ou fantasia. E também falar de outras coisas que possam ser vagamente relacionadas. A recomendação de hoje é um livro de características épicas do mesmo autor do famoso Lolita. Escrito por Vladimir Nabokov em 1969, Ada ou Ardor trata da historia de amor entre Ada e Van, primos que se conhecem e apaixonam quando Ada tem doze  Van quatorze anos. Seu romance vai sobreviver a oito décadas, múltiplas traições e à descoberta de seu verdadeiro parentesco. Porém, à medida que o livro progride, cada vez mais incongruências históricas e geográficas se acumulam e a certo momento comenta-se en passant que a história se passa na AntiTerra. A tecnologia na AntiTerra é adiantada em alguns pontos, atrasada em outros e em alguns simplesmente estranha. A tecnologia de comunicação se baseia em água, os personagens se comunicam através de hidrofones aos quais atendem falando a l’eau.  Isso reforça a importância da água como chave para interpretações mais aprofundadas do livro. O livro é divertido, sexy, amoral, repleto de referências e trocadilhos em quantidades pratchettianas – trocadilhos trilíngues usando inglês/francês/russo são comuns mas não os únicos. À época em que li o livro tinha apenas vagas noções de inglês, e a tradução de Pinheiro de Lemos ajudou ao apresentar imediatamente e com naturalidade qualquer explicação necessária. Ada ou Ardor tem também momentos de meta e de comentários à literatura e à importância da narrativa. Todos esses elementos indicam que o Livro se presta a outras leituras além da imediata e superficial. Um romance proibido, permitindo vislumbres de história alternativa na prosa cuidada e descritiva de Nabokov. Um deleite.

Blog Literatura Prosa

Homenagem ao Jovem Nerd

Lambda Lambda Lambda Nerdixxxxxxxxxxxxs!!! , de volta por aqui hoje farei um post um pouco mais pessoal que envolve desde contar um pouco de minha história e sua relação com o Jovem Nerd e a criação deste site.

Como todos bem sabem sou um nerd, hoje em dia não sei exatamente o que é isso, mas vou ficar com a definição do Wikipedia (é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas actividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares. Por essa razão, um nerd muitas vezes não participa de atividades físicas e é considerado um solitário pelas pessoas. Pode descrever uma pessoa que tenha dificuldades de integração social e seja atrapalhada, mas que nutre grande fascínio por conhecimento ou tecnologia), mas devo acrescentar que hoje em dia a conotação negativa da palavra nerd está bem menos exaltada.

Além de nerd, também sou músico e professor, minhas paixões sempre foram os “assuntos nerds”, em especial RPG, literatura fantástica, e música (principalmente metal, clássica e trilhas sonoras). Tenho 31 anos, quase 32, peguei a fase dos cavaleiros do zodíaco na TV manchete, a ascensão e queda de Vampiro: a Máscara, assisti Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei na estréia no dia de natal, mas além de tudo isso, assim como acredito todo nerd, tinha sempre uma grande vontade de poder viver e trabalhar com os assuntos que sempre gostei, o que no Brasil é realmente complicadíssimo, então me aparece o Jovem Nerd.

Inicialmente minha relação com o Jovem Nerd não começou com os Nerdcasts, e sim com a Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr, até então eu comprei o livro sem saber o que era, de quem era, qual o contexto que foi criado e comercializado. Eu simplesmente li o livro e amei, descobri que tinha uma versão mais completa com imagens e textos extras, fui atrás, comprei, dei para um amigo a minha antiga versão “normal”, e divulguei o livro (o qual ainda farei uma crítica aqui). Assim continuei minha saga com os livros de Eduardo, Filhos do Éden e Anjos da Morte.

Então, descobri o site Filosofia Nerd (http://filosofianerd.blogspot.com.br/) do Eduardo Spohr e coloquei nos meus bookmarks, lá estava um link para o Jovem Nerd (http://jovemnerd.com.br/) que então conheci, isso devia ser por volta de 2011.

Até meados de Junho de 2014 não sabia nem o que eram podcasts (eu sei que estava por fora do mundo, admito), mas descobri o que eram com o Nerdcast (http://jovemnerd.com.br/categoria/nerdcast/). Então me apaixonei, não pelo Allotoni e o Azaghal, mas por esse novo mundo que até então me era desconhecido e que ao poucos me foi apresentado pelo nerdcast.

Comecei a ouvir quase que sem parar o nerdcast, já estou a quase 3 meses ouvindo, e ainda não consegui ouvir todos. Sendo um deleite conhecer aos poucos a vida e o conhecimento desse grupo de amigos nerds, comecei a ver que eles têm uma história de grande sucesso e que me inspirou a correr atrás dos meus sonhos, estes que envolvem tudo que é nerd. Nesse contexto foi criado o Apocalipse Nerd, num dia de grande impulso toda idéia pareceu vir do nada, mas no fundo sabia que uma semente que havia sido plantada há muito tempo germinou graças ao Jovem Nerd.

Pessoalmente tenho muito em comum com o Allotoni e Azaghal, a questão deles conhecerem bem a cidade de São Lourenço em MG, lugar que frequentei muito e poucas pessoas conhecem suas peculiaridades; neste site tenho um grande amigo como co-autor o felmota; o fato de terem se mudado para Curitiba (isso eu não sei porque), mas essa era uma vontade que apareceu há uns bons 2 anos; minha noiva ser carioca e tudo que falavam do Rio eu conseguia entender, e muitas outras coisas.

O mais engraçado de se ouvir os podcasts é que você começa criar uma relação de amizade com as pessoas que estão falando, isso é muito doido. Consegui observar a personalidade de cada pessoa que falava frequentemente nos podcasts, além do Allotoni e Azaghal, o Tucano, Bluehand, JP, Eduardo Spohr. E o mais doido foi observar a trajetória de sucesso deles; como conheceram o Paulo Coelho e o Silvester Stallone, como ajudaram o Eduardo Spohr a publicar a Batalha do Apocalipse, como fizeram sessões de RPG e deram vida com o Leonel Caldela em “A Lenda de Ruff Ghanor”, e como começaram a fazer um ótimo trabalho no Brasil sobre assuntos que muitos gostam e poucos têm coragem de trabalhar.

Cara isso é demais!

Gostaria muito de deixar meus mais profundos agradecimentos ao pessoal do Jovem Nerd, em especial Allotoni, Azaghal. E também ao Eduardo Spohr, pela maravilhosa literatura que criou.

MUITO OBRIGADO, pois acredito que sem vocês provavelmente não teria conseguido observar o caminho que agora decidi enfrentar e está me fazendo muito feliz. Existem momentos de grande mudança na vida, assim como o Paulo Coelho ao andar por Santiago e Compostela resolveu mudar seu paradigma, eu ao ouvir o nerdcast resolvi mudar o meu.

Sem palavras para agradecer…

Ramairá (Gehenna)…!!!

Blog Nerdices

Banditos Cósmicos

Banditos Cósmicos

Banditos Cósmicos

A.C Weisbecker

Hoje falaremos desse livro de 1986 do escritor americano A.C Weisbecker, maiores informações sobre o homem no site dele http://www.aweisbecker.com/ os links do site não funcionam mas dá pra ler alguma coisa lá.

Nesta pérola  temos um narrador sem nome escondido num barraco na América do Sul, mais especificamente na Colômbia junto de seu grande cachorro Galalau(High Pockets no original) esperando as  coisas “esfriarem” para planejar seu  próximo movimento, mas quando seu amigo Bandito José lhe traz os frutos de um assalto a uma família de turistas americanos(como o narrador) com vários livros sobre física subatômica e cosmologia , sua percepção da realidade se transforma. A leitura dos grandes físicos do século XX lhe apresenta uma nova e perturbadora concepção da realidade, tão perturbadora quanto as atitudes libidinosas de Tina(filha do físico assaltado) deduzidas de seus postais aos seus namorados e seu diafragma oculto.

O que se tem a partir daí é a história sendo contada em duas frentes, o presente em que o narrador contando sobre suas descobertas no mundo da física e sua jornada para confrontar o pai de Tina sobre o mundo subatômico, e a própria Tina sobre como enganou Tom e Gary e outra no passado, em que o narrador conta a história de como ele foi parar num barraco na selva colombiana e suas aventuras no tráfico internacional de maconha.

O que se segue é uma hilária e delirante trama com toques preciosos sobre teorias da física moderna (moderna em 1986) muita bebedeira, drogas e Banditos com boas participações caninas, num clima de guerra fria e desestabilização de regimes pela América Central permeado por citações de Einsten, Schrödinger,  Heisenberg(not W.W) entre outros. Eu tinha calhado de ouvir o http://jovemnerd.com.br/nerdcast/nerdcast-324-alo-criancada-o-boson-chegou/   por acaso uns dois dias antes de pegar o livro e foi muito útil para me familiarizar com os quarks e comportamentos das partículas porém o livro flui rápido e as digressões físicas não são muito complexas ou arrastadas* não sendo necessário um  conhecimento aprofundado para curtir o livro que é permeado por notas de rodapé como as NRVT(nota de rodapé de viagem no tempo) além de sacadas geniais do narrador em sua correspondência com o pai de Tina, como quando planeja enviar mensagens gradativamente a medida que avança da Colômbia para a Califórnia para passar a ideia de atração gravitacional.

Recomendo a todos que querem uma obra leve e divertida, li em três dias e apenas no ônibus(eu rodo por aí) sem impactar minha rotina diária, apesar de uma súbita vontade de me embebedar e andar com uma granada de mão no bolso.

  • Se você lê palavras como gravidade ou entropia e não faz ideia do que é e nem quer saber, passe longe desse livro (e de qualquer outro que eu recomendar também, seu preguiçoso falastrão)
Blog Literatura Prosa

Kamboja – Sangrando

Olá pessoal, estamos de volta agora para falar de um som mais pesado.

Esse é o clipe oficial da banda Kamboja, com a música Sangrando. Som muito bem estruturado, que flerta com o melhor do rock e metal em inglês; mas em português, algo que muito poucas bandas conseguiram fazer com a eficiência apresentada.

As guitarras pesadíssimas são tocadas pelo grande Edu Moita, músico com carreira consolidada no metal, compõe solos muito bem adequados ao tipo de som com um ótimo bom gosto e virtuosismo, características raras de músicas em português.

No vocal está Fábio Makarrão com seu vocal rasgado e característico, baixo de Frank Gasparotto e bateria de Paulão que sempre morre no final dos clipes.

Segue o link da apresentação deles na Brasil 2000 em 6 de Outubro de 2014, aqui você pode conferir a gravação ao vivo de todo o CD mais o EP da banda.

http://www.brasil2000.com.br/arquivo/178/brasil-2000-ao-vivo-86-kamboja

Abraços,

Gehenna…!!!

Blog Música Rock

Caça ao Turista!

Tourist Season cover

Caça ao Turista (Tourist Season) – Carl Hiaasen

Inauguramos esse espaço para falar do primeiro* livro desse grande escritor americano.

Nesta obra temos como mote as ações de Skip Wiley, ex-repórter que funda um grupo terrorista chamado Las noches de diciembre com o objetivo de preservar a vida selvagem da Flórida, mais especificamente a região dos Everglades  que devido a expansão urbana e ao turismo está sendo destruída pouco a pouco. Sua primeira ação é assassinar o presidente da câmara de comércio de Miami de uma maneira pouco ortodoxa

O detetive particular Brian K, é contratado para investigar o desaparecimento de Willey, ao passo que também é contratado para auxiliar a defensoria no caso do assassinato para provar da culpa de um suspeito. A esposa de Willey é ex-namorada de Brian, e  aos poucos o ambicioso plano de Willey vai sendo desenrolado para o leitor rumo a um final surpreendente.

Caça ao turista pode ser considerado uma Miami story, como vim a relacionar diretamente com os livros de Jeff Lindsay (Dexter) a história prende o leitor com facilidade e hoje em 2014 não há o que se em novidade, vários cortes que o autor realiza em momentos chaves parecem datados porém ele conduz a trama com eficiência e inteligência  juntando  suspense e comédia, com  personagens  interessantes e as vezes inúteis. Muitos livros de Carl  retratam a banalidade da vida cotidiana em seus personagens  secundários,  mas com  uma temática  também      profunda e atual sobre a destruição de habitats e espécies. Um índio seminole integra a grupo de Wiley o que é bem interessante para uma perspectiva da questão ambiental abordada conectada a das terras indígenas.

Quando li o livro relacionei de imediato com Leviathan de Paul Auster, e depois descobri que Caça ao Turista foi publicado seis anos antes e muito se pode relacionar com os personagens principais se couber um dedo acusador de  plágio Auster é o  acusado, isso se a relação  entre  os personagens não estiverem em algum outro livro dos anos 70…

Na lata posso citar Skin Tight e Native Tongue como outras obras fantásticas desse escritor que são garantia de um bom passatempo.

Caça ao Turista foi publicado em português pela Companhia das Letras mas creio que atualmente só em sebo. Minha cópia foi emprestada e não devolvida por  isso a imagem é  a  do pocket, para quem  quiser  praticar o inglês é uma ótima opção bem mais fácil que Terry Pratchett, Douglas Adams e britânicos afim.

Enjoy!

Blog Literatura Prosa